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Há luz da pena

Há luz da pena

O meu auge de “raiva” ou de “ódio”

Eu tive uma educação que se deve de falar a todas as pessoas de diferentes classes sociais. Quer a empregada que limpa o chão, com o motorista que nos leva ao nosso destino, aos vizinhos mesma que este nos dê uma péssima noite com o seu ronco, ao empregado de qualquer casa comercial, etc, etc. Não, isto não tem nada a ver com coronavírus nem outro tipo de doenças mas sim, de educação. Eu sou uma pessoa que gosta de brincar e tenho que todos os dias dar ou tentar dar um lamiré da minha graça engraçada. Não sou pessoa que espere ser engraçada para ouvir as gargalhadas das pessoas. Se não o faço é como se não houvesse dia. Ao longo do tempo e passando em diversos lugares, verifico que há pessoas que “entram” na minha brincadeira e é um, “tu cá tu lá” mas até atingir um limite e acabamos no final por nos rir às gargalhadas ou, não à feedback e as pessoas respondem-me mal ou ficam a olhar para mim a pensar que sou maluquinha. QUERO LÁ SABER! A SÉRIO! Quando acabo de me rir sozinha digo para mm mesma que a minha missão por aquele dia está cumprida e “marco com uma sigla” essas pessoas. Não lhes faço mal, até tenho mais que fazer. Quando me respondem mal, calo-me e penso imenso na minha educação que me deram e na minha missão aqui no planeta terra. Não gosto de ter rótulos mais a mais com significados de “Santa”, “boazinha” ou outro. Sei onde é o meu limite mas á pessoas que para comigo não sabem. Sim, sou a culpada. Gosto de dar sempre o meu voto de mais uma oportunidade a essas pessoas. ESTOU CANSADA DE SER TOLERANTE! Digo a mim mesma mas logo nesse dia ou noutro, esqueço e lá estou eu a “levar na cabeça”. Fico chateada por no outro momento que me aviva a memória não ter respondido. Vocês que estão a ler podem-me dizer, “-O que estás à espera? Muda!” É tão fácil falar. Mais a mais porque sei que quando vão fazer queixinhas á chefias sei, que só ouvem de um lado. Se calhar eu tenho medo de um processo disciplinar ou vir a ser despedida. Tenho honra àquelas pessoas que me puseram no meu emprego e que apostaram em mim. Não quero quebrar o voto de confiança. Tenho consciência das minhas limitações e não seja fácil estar ali na esquina outro emprego. Honra é o que eu tento ter a 100% até ao último dia no meu emprego e é aquilo que não há a certas pessoas arrogantes, pretensiosas, desconfiadas, intriguistas, etc. Hoje no fim do dia vou olhar para o espelho e dizer à minha pessoa que não gosto de ti. Tenho que enfiar e forçar para dentro da minha cabeça que não estou mais para brincar com a tal pessoa. PRONTO! NÃO ME VOU HUMILHAR MAIS

Futebolando

Ontem as equipas portuguesas jogaram com as equipas lá de fora. Aquela equipa na 1.ª liga portuguesa que está mais tremida, Sporting, foi aquela que ganhou. Os outros perderam. Curiooooooooooooso.

Coisas que me revoltam

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Há coisas que me revoltam. Poderei, por isso, ser ingénua mas, não me considero assim. O meu maior sonho é de ter uma razoável quinta que eu pudesse ter as condições necessárias para ter alguns animais. Sei que as despesas devem ser enormes e o espaço fundamental. Penso, eu de que, a pessoa portuguesa que, de ontem para hoje é a mais falada tenha essas condições para não ter chegado a cometer as atrocidades que vimos, ouvimos e lemos. O que eu verifiquei é que ele fazia criação de galgos e que esta raça não se “dá muito gorda”. É uma raça especial, etc, etc. Na minha opinião onde ele mora tem as condições que eu queria ter mas, falta-lhe o essencial, amor, carinho, dádiva, e muito mais como estes substantivos. Vou continuar a sonhar.

Parecia que estava tão perto

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Há 18 anos e qualquer coisa que fui convidada a ir a casa de uma senhora e ela trabalhava numa fábrica. Daí até agora a fábrica fechou. Não sei quais foram os motivos. Nesse almoço conversamos de muitas coisas. Houve uma que nunca esqueci. A senhora estava quase a reforma-se e havia pessoas que tinham entrado depois dela. A queixa ou o desabafo era porque aqueles que tinham chegado depois dela começaram a “armar em carapau de corrida”. Na altura não me especificou quem eram, se novos chefes ou colegas. Quando me contou isso, achei que nem deslumbrava aquilo no meu horizonte. De súbito os 18 anos passaram num ápice e sinto exatamente como ela. Há colegas que vieram depois de mim e sinto que confundem “o tu cá tu lá” pondo tudo ao mesmo nível. Não, não quero que me tratem como uma rainha ou outra patente parecida mas, gosto do respeito. Não me pus a jeito, não. Tomei uma atitude que é, falo o indispensável, brinco com quem acho que valha a pena e digo tudo, mas com cuidado, o que acho que devo achar. Para concluir, desprezo para essas pessoas.

 

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