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Há luz da pena

Há luz da pena

Parabéns

Feliz aniversário Magda.jpg

Muitos parabéns, Magda. Continuação de ótimas leituras e que essas me inspirem em momentos marcantes da minha vida. Não a conheço pessoalmente mas, não é preciso gostar ou simpatizar de uma pessoa quando se está com esta.

A sombra do vento

A-Sombra-do-Vento.jpg

Depois de pensar um pouco, antes do ano acabar e ver que livros a comprar ou receber de prenda, optei pelo autor Carlos Ruiz Zafón. Há um ano, por esta altura, tinha lido um primeiro livro do autor Carlos Ruiz Zafón “Marina”. Gostei de como ele escrevia porque, é de uma leveza e de um toque que, o leitor interrogasse, pelo menos eu, se é um “sonho” do próprio livro. Também queria ler uma trilogia ou teratologia. Por estas razões. Ficando eu “embrulhada” na manta, a chávena de chá a fumegar com um biscoito no pires e a ouvir a chuva a picotar a calçada…começo o livro “A sombra do vento”… Até já, vamo nos falando.

 

Sabonete

Sabonete.png

 

Desde já digo que este texto irá ter somente um só sentido, “saudade de…”. Desde que entrei neste século, XXI, que nunca imaginei que me passasse pela cabeça de que um sabonete fosse a minha “felicidade” logo de manhã de um dia de inverno. Tomei banho, como sempre atenção, com um objeto que está a ser banalizado pela sociedade. Independentemente da marca. Há uns melhores que outros e que aliás a marca deste, para mim, não é dos melhores deste século. Com isto tudo, vim a pensar que, até o modo de tomar banho está a acompanhar a sociedade o gel-banho duche. E a duração do meu banho foi igual ao meu banho que tomava quando usava o gel-banho. Não estou a dizer que anulo o gel lá em casa ou que na minha casa acordarei sempre bem-disposta ou, outra coisa qualquer referente a este tema. NÃO!!! Tenho dito, gostem ou não.

Como o tempo passa 1

Eu, sem querer ou não, dou por mim a subtrair os anos para um alvo que é o descanso. Não, não é esse descanso mas, sim outro. Ainda bem!!! A reforma da segurança social ou pensão, como queiram. Olho para trás e reparo que antigamente ou não se falava disso, ou não eu não dava por isso ou, ainda, simplesmente os que me educaram tinham o dom que isso não fosse uma preocupação para mim. E não era!!! Sim, preocupação notava quando não havia bacalhau, açúcar ou mesmo leite, pelo menos foram produtos racionados. Dava por isso porque ia a uma mercearia lá ao pé de mim. Quero referir que os produtos eram todos ou quase todos embrulhados em papel pardo e eu não entornava nada. Chegava tudo direitinho a casa. Como não à bela sem senão ao sair da mercearia entornei um garrafão de 5litros. Claro que o meu pai se zangou comigo. Precisamente na altura em que havia temps difíceis tinha que o ter entornado. Brrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!

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