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Há luz da pena

Há luz da pena

Leituras e músicas de verão

Quando eu era mais pequena ainda não havia ou nunca fiz aquelas programações sobre o que ia fazer nas férias. Por isso, sempre havia aqueles livros muito manuseados, com o seu cheiro característico a mofo por causa de terem estado o inverno fechado num armário e que ao abrir desmembrava-se todo e se caísse como as folhas estavam tão esticadas e pregadas umas hàs outras facilmente punham se orientadas na capa dos livros já cheios de fita-cola amarelada, era uma felicidade enriquecedora. Mesmo que quiséssemos renovar aquela fita-cola dificilmente ficavam coladas devido ao papel estar muito húmido. Todos os anos, apesar de já terem sido lidas era sempre uma descoberta com novos sentidos pois as emoções mudavam por causa das idades.e, por isso pareciam livro por estrear. A princípio com o entusiasmo levava-nos a ter um caráter de obrigação de termos que ler tudo até ao final das férias mas, depois os planos alteraram se devido aos programas com os amigos de ir à praia, festas de garagens e jantares. Havia ainda aquela música que nos identificava com aquela paisagem de fundo acompanhada com alguém importante naquela altura ou o aroma das algas que vinha da brisa do mar e que nos identificava com aquela onda ou conversa de alguém.

Livros manuseados.png

 

Impressões de sabores e sensações de infância

Sabores de infância.jpg

Costumava levar almoço de casa e um dos pratos que se fazia era “bacalhau podre”. A vigilante que estava conosco perguntava sempre do que era feita a receita. Já não a podia ver quando abria o termo e dava de caras com o bacaulhau. Era trigo limpo que o almoço stressante. Também quando era hora do lanche o leite com chocolate era servido nas canetas de metal mas que eu tinha que conter a respiração devido ao sabor do leite com o contraste do metla. Era uma falta de ar, ui. Quando na outra escola me serviam daquelas sopas que eu me vomitava toda devido a ter pedacinhos daqueles aromas como ortelã ou outra coisa terrivel para mim.

Contrariedades

Sabado passado curava me de uma “gripe” quando no prédio ao lado faziam barulho devido a umas obras. Pum, pum, pum, pack, pak, pak e eu a querer descançar e a não conseguir. Tantos sábados para fazerem barulho e tive que ter uma gripe para…irra!!! Quando meu marido veio disse que estavama a pôr oazulejo no chão. Queria lá saber se era o azulejo. Apesar de ser sábado, até às 16horas podiam fazer barulho, continuou ele. Ok, disse para comigo, vamos controlar isto. O meu gato aninhado ao pé de mim, tudo bem. Ligueir a televisão, estava a dar a série “A verdade sobre a caso Harry Quebert”, uma boa oportunidade para rever e ver alguma coisa de jeito.

constipada.png

 

Será que estou muito espertinha ou isto é óbvio?

Smiles.png

Por vezes dou por mim a ouvir na rádio sobre estatísticas. Algumas delas são tão óbvias que, quando dão os resultados já pensei e concluou que acertei. Encolho os ombros e pergunto se vale a pena gastar tempo e dinheiro para aquele estudo. Noutros, pergunto se me perguntassem eu tinha respondido o contrário. Quando era mais nova os meus cadernos e manuais tinha o quadro da taxa de mortalidade e natalidade de x a y. Eu achava aquilo super-mágico devido a como concluíam aquilo. Agora sei que incluiem um determinado grupo de faixa etário, económica e social e fazem as perguntas que querem. Gastam uma pipa de massa para estudos óbvios. Digo eu.

 

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