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Há luz da pena

Há luz da pena

Natal 2019

Sinceramente não me “alambazei”. Estou mais ciente daquilo que depois advém. Primeiro ano que passei sem bolo-rei, estava tão caro e para quê se depois entre o natal e o ano novo baixam o preço? Os bolos- rei não têm prenda nem a fava mas, há de chocolate e sem frutas cristalizadas, rainha. Sou sincera a meu ver, a gastronomia está a perder qualidade. Há pizza de bacalhau, cebola, atum, …e isto para mencionar algumas senão nunca mais daqui saia. Mas isto vai dos gostos de cada um. Não me considero esquisita porque na casa dos meus pais, nós comíamos de tudo e quem não gostava comia mas, pouco. As pessoas estão eufóricas antes do natal em comprar, comprar e comprar. Que loucura!!! Parece que não há amanhã.

Que optar? 1

Pouco mais de dois meses que escrevi no meu blog sobre este tema pois vinha lá o natal. Digo vos que optei por D. Filipa de Lencastre de Isabel Stilwell. Este tema é forte para o meu gosto devido a ser sobre história de Portugal. Mais a mais, conforme a cronologia Portuguesa, é a parte que amei estudar quando andava na escola.Portugal estava sobre o domínio dos Espanhóis, e como se desenvencilhou. Tenho-o na prateleira para o ler. Agora estou no segundo livro "O jogo do anjo" do autor de Carlos Ruiz Zafón. O primeiro livro de quatro o "A sombra do vento". Boas leituras em 2020. 

Recuso-me

Recuso-me a sorrir e a rir onde não vejo uma boa gargalhada e recuso-me a articular palavras que não as sinto. É natal, eu sei, mas natal para mim é o contínuo progresso desde o princípio desse mesmo ano. Viemos desde o dia 1 de janeiro até dezembro para continuar um outro ano e assim sucessivamente. Os meus sentidos são máquinas fotográficas com flaches, vou anotando e gravando para os fixar na minha memória. Seleciono durante esse ano e sei quem são, aqueles que posso contar e outros nem por isso. Já me importei mais com certas coisas que para mim, julgava que ia morrer mas, agora, acho estes que são mesquinhices.

Missão dos escuteiros

Não tenho veia de negociante, palavra. Todos ou quase todos os anos põe me à prova para ver se esta não está “morta”. Vender calendários para os escuteiros e ainda por cima mais caros este ano. Veremos se os vendo todos os que me entregaram.

sem nome.png

 

Parabéns

Feliz aniversário Magda.jpg

Muitos parabéns, Magda. Continuação de ótimas leituras e que essas me inspirem em momentos marcantes da minha vida. Não a conheço pessoalmente mas, não é preciso gostar ou simpatizar de uma pessoa quando se está com esta.

A sombra do vento

A-Sombra-do-Vento.jpg

Depois de pensar um pouco, antes do ano acabar e ver que livros a comprar ou receber de prenda, optei pelo autor Carlos Ruiz Zafón. Há um ano, por esta altura, tinha lido um primeiro livro do autor Carlos Ruiz Zafón “Marina”. Gostei de como ele escrevia porque, é de uma leveza e de um toque que, o leitor interrogasse, pelo menos eu, se é um “sonho” do próprio livro. Também queria ler uma trilogia ou teratologia. Por estas razões. Ficando eu “embrulhada” na manta, a chávena de chá a fumegar com um biscoito no pires e a ouvir a chuva a picotar a calçada…começo o livro “A sombra do vento”… Até já, vamo nos falando.

 

Sabonete

Sabonete.png

 

Desde já digo que este texto irá ter somente um só sentido, “saudade de…”. Desde que entrei neste século, XXI, que nunca imaginei que me passasse pela cabeça de que um sabonete fosse a minha “felicidade” logo de manhã de um dia de inverno. Tomei banho, como sempre atenção, com um objeto que está a ser banalizado pela sociedade. Independentemente da marca. Há uns melhores que outros e que aliás a marca deste, para mim, não é dos melhores deste século. Com isto tudo, vim a pensar que, até o modo de tomar banho está a acompanhar a sociedade o gel-banho duche. E a duração do meu banho foi igual ao meu banho que tomava quando usava o gel-banho. Não estou a dizer que anulo o gel lá em casa ou que na minha casa acordarei sempre bem-disposta ou, outra coisa qualquer referente a este tema. NÃO!!! Tenho dito, gostem ou não.

Como o tempo passa 1

Eu, sem querer ou não, dou por mim a subtrair os anos para um alvo que é o descanso. Não, não é esse descanso mas, sim outro. Ainda bem!!! A reforma da segurança social ou pensão, como queiram. Olho para trás e reparo que antigamente ou não se falava disso, ou não eu não dava por isso ou, ainda, simplesmente os que me educaram tinham o dom que isso não fosse uma preocupação para mim. E não era!!! Sim, preocupação notava quando não havia bacalhau, açúcar ou mesmo leite, pelo menos foram produtos racionados. Dava por isso porque ia a uma mercearia lá ao pé de mim. Quero referir que os produtos eram todos ou quase todos embrulhados em papel pardo e eu não entornava nada. Chegava tudo direitinho a casa. Como não à bela sem senão ao sair da mercearia entornei um garrafão de 5litros. Claro que o meu pai se zangou comigo. Precisamente na altura em que havia temps difíceis tinha que o ter entornado. Brrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!

Que optar?

E de repente vi que gostava de comprar todos. Sinto-me perdida porque são alguns tão caros, fez-se despesas para a escola e as finanças não estão niveladas (PH), o subsídio falta tanto e nem sequer chegou a 1 mês do natal para eu poder pedir. Brrrrrrrrrrrrrrr!!! O 1.º autor já, li um livro dele, o 2.º autor nunca li nada dele mas gosto de dar oportunidade aos mais novos, o 3.º e o 4.º autor já li alguns. Mas se isto ainda não chegou o natal o que mais virá?

IMORTAL
de José Rodrigues dos Santos

PÃO DE ACÚCAR

de Afonso Reis Cabral

D. FILIPA DE LENCASTRE

de Isabel Stilwell

LONGA PÉTALA DE MAR

de Isabel Allende

 

 

 

Incertezas

Numa hora é assim mas, depois vai se a ver e não é tão bem assim como parecia…voltamos para a opinião contrária. Minuto a seguir, estamos a contrariar outra vez. Mas porque é que que nos tamos a pensar se no papel da Voucjers é assim e se está lá é tudo para encomendar. A disciplina de Educação e Religião e moral tem 4 livros em vez de um só como as outras disciplinas. Já fui consultar ao site da escola e estão lá os 4 mas os preços são 3,00; 5.00; 6.00 etc. São preços de baixa quantia e que possivelmente são todos para encomendar. Mas porque é que eu estou com a preocupação de ver se são todos ou não? Brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.

Smiles confuso.png

 

Brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, mas com muita calma

Vários smiles.jpg

O sítio onde e irei votar nem sempre é o mesmo. Em 14 ou 15 anos que fui para esta casa com uma escola ao pé de mim e só 2 vezes fui votar lá. Quando o fiz, fiquei muito contente O trajeto rápido, 2 minutos de casa e até comprava broas e pão caseiro quando há eleições. Até agora não me queixo dos produtos. Mas porquê, pelo menos para mim, mudar o sítio onde vou votar? Telefonei pela primeira vez para a junta. Disquei o n.º e vieram as alíneas (1 para x, 2 para z, 3 para y, 4 para s, etc). Depois da primeira tentativa, que fiquei sem perceber muito bem o esclarecimento, liguei outra vez para outra alínea. Espantei-me devido a atenderem logo. Depois do “bom dia”, do nome da funcionária e da confirmação desta, porque era fora do comum, pude perguntar o “- Porquê de quando há eleições eu ter que mudar de sítio”. Surgiu a indignação que foi, “- Agora, não poderá vir cá mudar! Só depois das eleições!” Cá com os meus botões pensei, “perguntei uma coisa e respondeu-me outra.” Mas não “alimentei” a possível discussão e continuei. “-Mas minha Sr.ª porquê?” E lá veio a resposta. “Porque tem a ver com o número de eleitor.” “Sim…sim, sim.” Disse cá para comigo não estando a acreditar devido a ser 2.º feira e numa repartição pública. “Eu tinha ficado exclarecida!!!” Despedi-me com o meu “Muito obrigada e do até breve.” Ok, vou votar mas hei de passar pela escola, entrar e comprar as broas e o pão caseiro. Reparem, se eu “alimentasse” a indignação?

Arrumar a “casa”.

Arrumar a-casa

Depois de vocês estarem muitos anos num sítio, sinto-me a fazer contas de subtrair para ver quando vou embora. Farta? Não. Cansada? Talvez. Vejo o futuro que não é meu mas sim, noutro sítio. Percorro os anos e revejo as pessoas que entraram, que saíram, que ficaram e que ficaram e saíram. Concluo que alguns nunca deviam ter saído e outras que nem sequer deviam de ter entrado. Tantos anos a fazer amizades com aqueles que merecem a vossa, criar raízes na empresa que trabalham e de evitar a hipocrisia, a intolerância e o egocêntrico de alguns) não tiveram necessidade de tentar “limpar” os podres das pessoas antes de chegar a hora da partida? Sinto-me a “lutar” para quem vá depois de mim continuar a sentir o que eu senti quendo cheguei, sorrir quendo eu sorria, falar quando eu falava e trabalhar como eu trabalhava. Hei de dizer quando chegar a minha ida dizer “missão cumprida”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comparação de WC’s públicos

Retrete limpa.jpg

Retrete suja.jpg

Há alguns WC’s públicos que são uma perfeita desgraça. WC das senhoras na escola do meu filho. Tive que ir a uma por volta do mês de outubro, quando tive a 1.ª reunião de pais, estava “por estrear”. Vidros limpos, chão a brilhar, maçanetas nas portas seguras e fixas, lixo e chão limpos, os papéis para limpar as mãos por tirar ordenadamente e as saboneteiras pouco enchidos (pelo final do dia) mas não estavam besuntado, paredes sem escritos com azulejos sem lascas nem partidos, os rolos de papel higiénico fixos, o puxador do autoclismo para deitar água para puxar sem hesitar e as retretes com aspeto decente.

Voltei ao mesmo WC. 2 metros antes, de entrar podia-se sentir o cheiro séptico a mixo. Dei de caras com um verdadeiro espetáculo de 2.ª guerra mundial ou parecia que tinha lá passado um furacão. O chão escorregava, o cheiro transandava a urina mais intenso ainda, o puxador estava um buraco, os escritos incertos e impossíveis de se ler, os meus olhos achavam manchas na retrete e o botocudismo impossível de se ter coragem de carregar para descarga a água. Os azulejos húmidos e muito escorregadios, o papel higiénico não existia e o espigam que o segura todo torto. Enfim, uma perfeita desgraça. Reforço que, claro, fui ao wc das senhoras. Qual será a formação delas a este respeito? Claro que, até poderá ser os rapazes que entram, por ali a dentro e destroem aquilo tudo. Não estou a defender ninguém, somente foi impossível aí fazer alguma coisa nessa altura e olhem, que eu estava bem aflita. Não fui à dos rapazes, lógico, para poder comparar. No terceiro período nem pensar ir a esses wc. E se calhar ainda menciono à DT do meu filho o triste episódio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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