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Há luz da pena

Há luz da pena

D. Filipa de Lencastre

Depois dos 4 livros escritos por Carlos Ruiz Zafon (A sombra do vento, O jogo do anjo, O prisioneiro do céu e O labirito dos livros esquecidos) achei muito bons. Volto outras para leituras de reis e rainhas. Este é o que se segue sendo a parte da histórias de Portugal que gostei mais quando estudava. Espero não ficar dececionada.

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Ida abençoada

Numa sexta-feira, resolvi “dar-me” uma prenda que foi, sair mais cedo do meu emprego. Já há vários dias eu tinha de ir a uma repartição e escolhi por ser sexta (quem não gosta de começar o FDS mais cedo havendo horas de crédito)? Sou eu! Entrei, e vi que aquela ida rápida se transformaria numa velada quase. Dirigi-me à caixa pois talvez aquele assunto bastante ser ali. Não, não dava mas esclareceu-me que havia uma conta mais económica. Retornei a ir para a fila mas depressa sentei-me numa cadeira. Estava ali um outro Sr.º que aparentava passividade e muita austo-estima. O meu marido foi lá para fara passear o vício. A fila reduziu-se a zero, sendo eu a primeira na fila agora em pé. Olhei para a porta e vinha o meu marido. Quando um gabinete vagou eu, “toda lampeira”, pensando que era a minha vez quando a Sr.ª me disse que era um Sr.º, olhei e vi que era o pávido. Deu-me a vez, não sei se foi por me ver a andar… Procurei ser rápida porque para além, da pessoa me ter dado a vez e estava à espera também, eu, tinha uma enorme traça no estômago que queria matar. A empregada á laia de “xica esperta” ainda disse que aquela repartição não era a minha, disse-lhe que eu tinha vindo do meu emprego e passava por lá para ir para casa. No final agradeci ao Sr.º pela gentileza de me ter dado a vez. É para verem a lástima de empregados que existe em Portugal. Ninguém está imune de uma “fatalidade” e ninguém tem o direito de passar sermão a qualquer pessoa. Enquanto, que eu escrevo isto, passou-me pela cabeça que há, que tempos que não me telefonam, não sei se é treta ou o que é, para avaliar o grau das repartições públicas. A empregada merece que eu avalie mal, sim. E mais a mais hei de mencionar como é da parte dos deficientes. Não, até não sou abusiva daquilo que tenho. O meu marido é que me puxa e diz que direito é direito. Independentemente disso, ainda bem que eu fui, fiquei a ganhar. A fulana é que com certeza que não gostou que eu o fizesse essa nova conta. Porque será? Hehehehe! Calculo.

O meu auge de “raiva” ou de “ódio”

Eu tive uma educação que se deve de falar a todas as pessoas de diferentes classes sociais. Quer a empregada que limpa o chão, com o motorista que nos leva ao nosso destino, aos vizinhos mesma que este nos dê uma péssima noite com o seu ronco, ao empregado de qualquer casa comercial, etc, etc. Não, isto não tem nada a ver com coronavírus nem outro tipo de doenças mas sim, de educação. Eu sou uma pessoa que gosta de brincar e tenho que todos os dias dar ou tentar dar um lamiré da minha graça engraçada. Não sou pessoa que espere ser engraçada para ouvir as gargalhadas das pessoas. Se não o faço é como se não houvesse dia. Ao longo do tempo e passando em diversos lugares, verifico que há pessoas que “entram” na minha brincadeira e é um, “tu cá tu lá” mas até atingir um limite e acabamos no final por nos rir às gargalhadas ou, não à feedback e as pessoas respondem-me mal ou ficam a olhar para mim a pensar que sou maluquinha. QUERO LÁ SABER! A SÉRIO! Quando acabo de me rir sozinha digo para mm mesma que a minha missão por aquele dia está cumprida e “marco com uma sigla” essas pessoas. Não lhes faço mal, até tenho mais que fazer. Quando me respondem mal, calo-me e penso imenso na minha educação que me deram e na minha missão aqui no planeta terra. Não gosto de ter rótulos mais a mais com significados de “Santa”, “boazinha” ou outro. Sei onde é o meu limite mas á pessoas que para comigo não sabem. Sim, sou a culpada. Gosto de dar sempre o meu voto de mais uma oportunidade a essas pessoas. ESTOU CANSADA DE SER TOLERANTE! Digo a mim mesma mas logo nesse dia ou noutro, esqueço e lá estou eu a “levar na cabeça”. Fico chateada por no outro momento que me aviva a memória não ter respondido. Vocês que estão a ler podem-me dizer, “-O que estás à espera? Muda!” É tão fácil falar. Mais a mais porque sei que quando vão fazer queixinhas á chefias sei, que só ouvem de um lado. Se calhar eu tenho medo de um processo disciplinar ou vir a ser despedida. Tenho honra àquelas pessoas que me puseram no meu emprego e que apostaram em mim. Não quero quebrar o voto de confiança. Tenho consciência das minhas limitações e não seja fácil estar ali na esquina outro emprego. Honra é o que eu tento ter a 100% até ao último dia no meu emprego e é aquilo que não há a certas pessoas arrogantes, pretensiosas, desconfiadas, intriguistas, etc. Hoje no fim do dia vou olhar para o espelho e dizer à minha pessoa que não gosto de ti. Tenho que enfiar e forçar para dentro da minha cabeça que não estou mais para brincar com a tal pessoa. PRONTO! NÃO ME VOU HUMILHAR MAIS

Futebolando

Ontem as equipas portuguesas jogaram com as equipas lá de fora. Aquela equipa na 1.ª liga portuguesa que está mais tremida, Sporting, foi aquela que ganhou. Os outros perderam. Curiooooooooooooso.

Coisas que me revoltam

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Há coisas que me revoltam. Poderei, por isso, ser ingénua mas, não me considero assim. O meu maior sonho é de ter uma razoável quinta que eu pudesse ter as condições necessárias para ter alguns animais. Sei que as despesas devem ser enormes e o espaço fundamental. Penso, eu de que, a pessoa portuguesa que, de ontem para hoje é a mais falada tenha essas condições para não ter chegado a cometer as atrocidades que vimos, ouvimos e lemos. O que eu verifiquei é que ele fazia criação de galgos e que esta raça não se “dá muito gorda”. É uma raça especial, etc, etc. Na minha opinião onde ele mora tem as condições que eu queria ter mas, falta-lhe o essencial, amor, carinho, dádiva, e muito mais como estes substantivos. Vou continuar a sonhar.

Parecia que estava tão perto

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Há 18 anos e qualquer coisa que fui convidada a ir a casa de uma senhora e ela trabalhava numa fábrica. Daí até agora a fábrica fechou. Não sei quais foram os motivos. Nesse almoço conversamos de muitas coisas. Houve uma que nunca esqueci. A senhora estava quase a reforma-se e havia pessoas que tinham entrado depois dela. A queixa ou o desabafo era porque aqueles que tinham chegado depois dela começaram a “armar em carapau de corrida”. Na altura não me especificou quem eram, se novos chefes ou colegas. Quando me contou isso, achei que nem deslumbrava aquilo no meu horizonte. De súbito os 18 anos passaram num ápice e sinto exatamente como ela. Há colegas que vieram depois de mim e sinto que confundem “o tu cá tu lá” pondo tudo ao mesmo nível. Não, não quero que me tratem como uma rainha ou outra patente parecida mas, gosto do respeito. Não me pus a jeito, não. Tomei uma atitude que é, falo o indispensável, brinco com quem acho que valha a pena e digo tudo, mas com cuidado, o que acho que devo achar. Para concluir, desprezo para essas pessoas.

 

Desvantagem

Eu aqui há tempos falei sobre requisitar livros na biblioteca municipal. Vejo-me a dizer que é ou pode ser uma desvantagem mais a mais quando eu não vivo perto desta. Estou à espera do terceiro livro da continuação “O cemitério dos livros esquecidos”, o livro “Prisioneiro do céu”. Não me souberam dizer até quando estava disponível. Estava eu toda e tão bem lançada…não, não me puderam trazer de outra biblioteca do concelho. Paciência, contínua à espera.

Natal 2019

Sinceramente não me “alambazei”. Estou mais ciente daquilo que depois advém. Primeiro ano que passei sem bolo-rei, estava tão caro e para quê se depois entre o natal e o ano novo baixam o preço? Os bolos- rei não têm prenda nem a fava mas, há de chocolate e sem frutas cristalizadas, rainha. Sou sincera a meu ver, a gastronomia está a perder qualidade. Há pizza de bacalhau, cebola, atum, …e isto para mencionar algumas senão nunca mais daqui saia. Mas isto vai dos gostos de cada um. Não me considero esquisita porque na casa dos meus pais, nós comíamos de tudo e quem não gostava comia mas, pouco. As pessoas estão eufóricas antes do natal em comprar, comprar e comprar. Que loucura!!! Parece que não há amanhã.

Que optar? 1

Pouco mais de dois meses que escrevi no meu blog sobre este tema pois vinha lá o natal. Digo vos que optei por D. Filipa de Lencastre de Isabel Stilwell. Este tema é forte para o meu gosto devido a ser sobre história de Portugal. Mais a mais, conforme a cronologia Portuguesa, é a parte que amei estudar quando andava na escola.Portugal estava sobre o domínio dos Espanhóis, e como se desenvencilhou. Tenho-o na prateleira para o ler. Agora estou no segundo livro "O jogo do anjo" do autor de Carlos Ruiz Zafón. O primeiro livro de quatro o "A sombra do vento". Boas leituras em 2020. 

Recuso-me

Recuso-me a sorrir e a rir onde não vejo uma boa gargalhada e recuso-me a articular palavras que não as sinto. É natal, eu sei, mas natal para mim é o contínuo progresso desde o princípio desse mesmo ano. Viemos desde o dia 1 de janeiro até dezembro para continuar um outro ano e assim sucessivamente. Os meus sentidos são máquinas fotográficas com flaches, vou anotando e gravando para os fixar na minha memória. Seleciono durante esse ano e sei quem são, aqueles que posso contar e outros nem por isso. Já me importei mais com certas coisas que para mim, julgava que ia morrer mas, agora, acho estes que são mesquinhices.

Missão dos escuteiros

Não tenho veia de negociante, palavra. Todos ou quase todos os anos põe me à prova para ver se esta não está “morta”. Vender calendários para os escuteiros e ainda por cima mais caros este ano. Veremos se os vendo todos os que me entregaram.

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