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Há luz da pena

Há luz da pena

Marina

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 Mais um livro diferente que li nestas férias. Não foi por ser o preferido do autor mas sim, porque já tinha lido o que tinha levado. Como desperta com naturalidade uma amizade, como um simples passeio e um achado liga uma amizade que perdura até ai infinito e apesar de não nos ser nada surge uma forte ligação. Tudo tõ terno, tudo tão sublime e tudo tão natural.

O Lado Selvagem

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Acabei de ler este livro. O primeiro do género, não me arrependi. Absorve-nos da curiosidade, expectativa, mistério, aventura e arraza-nos e do poderio e do fracasso. Como, como se é capaz de "cortar" com os laços familiares para se lançar e aventurasse numa "loucura". Passasse do extremo ao extremo. Do "corajoso"  ao " irresponsável". O que é mais forte para se virar costa a tudo, até família? Aconselho a lerem. 

O livro Casamento Feliz

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Li este livro há vários anos atrás. Foi numa época difícil para mim. Fui a um espaço em que lá em casa havia prateleiras de livros. Ia pegando num e noutro e nada me agradava, confesso que não sabia ao certo o que queria. Vi-me rodeada de livros de todos os géneros, históricos, dramas, romances, de enciclopédias relíquias também. Procurei, me concentrar no que eu realmente gostava ou sentia necessidade de… Estava lá só eu, um absoluto silêncio e a minha cadela. Concentrei-me apenas e só no meu momento difícil que estava a passar. Este livro veio parar às minhas mãos quando eu estava numa das prateleiras pela primeira vez a passar revista. Porquê este livro? Porque lembrei-me que me falaram dele e que as coisas ao acaso são as que prevalecem e que têm tudo para dar bom resultado. Porque é que várias vezes em certas prateleiras e esta veio este livro parar á minhas mãos? Porque é que quando eu agarrei nele veio várias memórias que tinha visto e ouvido para eu recordar? Não ezitei e li-o somente em 5 dias. Primeiro livro que tive bastante “pena” de ter chegado ao fim.

Neste livro o autor conta nos como se pode atenuar ou adiar a dor da perda de um grande amor e como nós somos confrotados nos últimos minutos das mais importantes decisões na nossa vida.

Um livro que aconselho a ler.

 

Esperteza maluca

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Há certos colegas armados em espertos e querem ser eles o patrão e o chefe. Têm o desplante de dar sitemáticamente a lição de moral como se, áqueles, não tivessem pais. Hoje não fui a mesma e respondi-lhe, comecei a ouvi a tal “lição” mas não até ao fim. Subiu-me um pouco o sangue a cabeça e a tenção arterial tença mas, respondi-lhe. No fim. Disse para mim mesma que estava admirada com o “largar tão bem os meus dentes”, não tive coragem de me beijar. Senti-me leve como a pena, a tensão arterial desceu e tenho a certeza que evitei meio milhão de cabelos no meu cabelo e de estragar a máquina da tensão arterial da farmácia. Que venha mais coragens destas para eu me sentir como nova.

Coisas de infância II

Aquela coisa marcada que parece uma linha é um aranhiço fossilizada ainda à epera de um enterro digno, está lá na almofada que confortou as nossas cabeças em plenos dias de sol também feita de lona. Um bocado de papel no chão que a vassoura varre com o resto do pó do tempo descobre a cor verdadeira que é o chão. O lago que tem peixes, contemos para ver os que faltam mas os números atrapalham-se e ficamos com um cálculo. A mão já com o miolo de pão, não interessa molo ou duro, vai-se fazendo bolinhas pequenas com estas e deitadas em onda pela água que os peixes vêm ao encontro e aglutinam de uma só vez. Assim já se tem a precepção mais nítido do cálculo que atrás se fez. A bicicleta com a corrente solta não hà corridas nem coisa nenhuma, então tem que se pôr de rodas para o ar e com os pedais os pneus tomam velocidade e o som que parace o vento fazem um vu uuuuu. Não esquecer o óleo para não prender mas as calças desse lado tem que ser arregaçadas. Os armários ao abrirsse renovam os nossos olhares de memórias e recordações, a camisola que não serve ou o garfo que ficou esquecido pela presa de mais uma corrida rápida para aproveitar o pouco tempo que se tinha. As camas têm que ser feitas com os lençóis rígidos e as fronhas como a goma pegada e o cheiro a contar como teve o tempo. O pão comprado cedinho pela manhã ao som da passarada alegre, livre e sem pressa. O chá, o leite e o café esfumam nas respetivas púcaras, bule e leiteira. A manteiga acabadinha de estriar é crucificada com os primeiros golpes de uma faca bébe e que ao tocar no miolo do pão dança uma volsa iressistivel. O sol já mais alto oferece à casa um ar já menos bolorento, húmido e espesso. A casa da lenha que é o palácio de qualquer aranha e outros que se prezem, também é o campo de batalha destes. Os utensílios de jardinagem e carpitaria com o martelo, ansinho, vassoura, caixa de pregos e parafusos, … estão arrumados em pregos na parede numa ordenação lógica. O cheiro aí é mais acentuado e pouco esplicito pelas misturas de diversos aromas mas, que quase nos asfixia e nos provoca falta de ar. Vimos cá para fora apressados já com a boca aberta que nos obriga a começar apaladar depois de tentar nos sufocar até ao último minuto.

Palavras ao vento

O começo por vezes é difícil como, também nos é escolher as palavras adequadas. Nunca é aquilo que presisamos, que queremos e que, gostamos. Porquê?!?!?! Nestas alturas imediatamente focamos aqueles que também estão lá, todos juntos. Aliviemos por momentos os nossos corações que, receberam de belo-agrado as nossas tristezas mas que, levam boas novas. Pelo menos eu quero acreditar que sim. Temos que aceitar mas não concordamos de maneira nenhuma. Porquê?!?!?! Damos voltas à cabeça. Os “nossos” são, particularmente especiais e não despensamos nem um pouco de nenhum. Que vamos falar, que vamos fazer, que vamos pensar, que vamos…. Nada!!! Agora, que vamos buscar, que vamos lembrar, que vamos recordar, que vamos…muito boas e só lembranças. O pensamento voa em milészimos de segundo porque somos obrigados a pensar cruamente. O quê?!?!?! É como se o puzzle se desmembrasse em pedaços tão pequenos que não vemos nada e, para isso é preciso de tempo e espaço Aí, surgem os imensos “ses”, os ???, os porquês, … A seguir lembramonos das pessoas que estão ainda ao pé de nós, que são tão queridas e que nos querem tão bem. É recíproco, ainda bem. Como tal e por serem essas coisas boas demais, para nós, temos que reagir depressa, temos que levantarmos, temos que procurar a melhor maneira de atenuar o menos mal. Assim pouco a pouco e puzlle junta-se, o tempo é real e o espaço é perceptivel. As palavras onde estão? Aquelas que têm significados agri-doce? Aquelas que nos abituamos ouvir e a dizer desde a nossa infância. Aquelas que, por magia, nos continua a dar alento para, prosseguir o nosso rugouço caminho. Chegou a nossa hora de as colocar como nos ensinaram, de tratá-las tão bem para nos orgulharmos pelos nossos que as utilizaram e de terem todo o sentimento como quando as usaram. Bem sabemos o que lhes custou e o que fizeram para fortalecer o futuro, para melhorar o presente e relembrar o passado. Foi com todo a agrado e amor que nos mimaram para que com certeza continuássemos o futuro pois vêm lá muitos mais. Saibamos, por isso, persevar e amar praticando os que estão e também áqueles que chegaram brevemente. Cheguei ao fim da carta mas foi difícl começá-la. Meu coração sossegou um pouco. 

Coisas de infância I

 

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Coisas que não esqueço quando acabava o ano lectivo, a camioneta que levava tudo para a casa de férias e até o cão e o piriquito. Os lençóis a cobrirem as cómodas e sofás da sala. As roupas que já não servem fora do guarda-roupa e gavetas. Os brinquedos que já não usamos para os primos mais novos e os brinquedos também. Alguns livros completavam esses sacos, pois os livros todos juntos pesam. As várias taças cheias de marmeladas acabadas de fazer ao longo da pedra de mármore da cozinha. Os frascs com geleia. O cheiro da cera que a enceradoura faz brilhar o soalho de madeira. A entrada de casa com o seu cheiro caracteriístico a mofo que nos faz mergulhar no bom descanço das férias. A cadeira de lona machada pelo tempo, até lhe fica a matar. Uma bola debaixo da roda da bicicleta que fora à presa guardada quando se regressou à rotina. Pneus esvaziados das bicicletas prometem muita força de mão. O saco de lona também manchado com um pouco de areia da praia na última ida a esta. As alpegratas esfoladas que estão à espera de serem substituídas por aquela loja junto à praia que também têm os livrinhos de passatempos, cruzadex e palavras cruzadas. E aí talvez se veja mais alguma coisa que na mente não tenhamos lembrado antes. O sentir na pele a areia quente e confortável mais a toalha e o creme de bronzear mais o chapéu. A àgua do mar fria que com a planta dos nossos pés fica marcada e faz pocinhas de água onde mais tarde seca é frágil. O sabor da sanwiche de queijo ou fiambre com manteiga é glutinada num instante. Os jogos na praia são “o prego” e o “disco voador”. Mas cuidado pois tem que se ir para uma parte que, não incomde e para que fiquemos todos bem-dispostos. A bola a dizer “NÍVEA” é o triunfo de qualquer um naquela praia para pôr no lixo o respectivo, não se sacode toalhas de qualquer maneira, diz-se “obrigada”, “adeus” ou “até amanhã”. O amigo ou amiga da fulana e da sicrana também são amigos. A bola de Berlim feitas pela pessoa de mais respeiteito e amiga da praia que sabemos que, se levanta cedo para o nosso momento aí não ser em vão. O livro ou revista que fica cheio de areia porque, de repente, o mar chamanos e não tarde a maré enche e temos que nos ir embora.

Saber crescer

Nunca pensei que a minha pessoa fosse viver a, como é difícil certas pessoas dizerem “não!”. Mas há, e talvez seja horrível viver com isso. Até agora nunca tinha visto nem sabia que alguém pudesse “sofrer” desse género de coisas. Não sei lidar com isso pois só sei que me negam a autoridade, que impedem-me que eu ensine o bem e o melhor que sei. Todos os meus valores. O tempo passa e estou a ver que nem a mim nem a qualquer pessoa é obediente. O tempo é ocupado por regra nenhuma, valores adquiridos caprichosos que não fica nenhuma tradição e o que vale é a troca de moeda por tudo e por nada. O futuro avança e cada vez mais fica à sua própria sorte. Até agora tenho a sensação que foi em vão o que planeei e o meu próprio esforço. Dou por mim a ter atitudes de irritação, de pré-sofucamento de opiniões básicas e o bloqueamento mínimo dá lugar ao total vazio. Não tem que ser assim. Dei crédito mas não percebeu devido a do outro lado não e nunca esteve de acordo comigo para sermos um só. Qual é o ensinamento se por um lado o não é sim e sim é não?!?!?! O tempo o dirá mas, se eu poder evitar avançar mais no tempo, vejo e sinto que quanto mais créditos mais vejo o abismo a vir até a mim, e ir de encontro a muitos sins que deram ao meu “não” e nãos que deram ao meu “sim”, melhor. Irei ver os resultados e estarei pronta a “virar a mesa”, a ir para a frente com mais força e cheia de garra.

Pilares da Terra Volume I

Duas coisas. Este livro foi o peimrieo que requisitei na Bibi, estava um pouco preenciva de que não conseguisse ler durante o tempo que me estipularam para a possível renovação da requisisção mas, consegui e até lhes pedir o II volume antes de acabar o termi do “prazo”.

Li este livro depois de ter lido o I vol. “Terra sem fim” e foi para mim muito expectante por ir ao “encontro” dos personagens. Desde o começo que folheio as páginas e é uma surpressa expectante para associar este ou áquele nos respetivos acontecimentos. Irei agora para o IIvol Pilares da Terra. Mais uma vez este escritor, Ken Follet, não me desepcionou porque é emação desde a primeira página até à última.

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Que irritação e desconcertante!!!

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Eu gosto de conversar e lamento que hoje em dia as pessoas só o façam ou fçam questão de…através de fax ou e-mail ou SMS ou com outra “maquinaria” nas mãos dos dedos. Mas quando converso com alguém de qualquer assunto “cara a cara” faço questão de ser pausada e proloooooooongar o tempo. Acho que há poucas oportunidades de se fazer isso. Mas o que mais me irrita quando estou a falar com uma pessoa é que uma certa altura a pessoa de lá a certa altura diz: “…o quê?” ou “…” outras coisa qualquer e assim percebo que já lá vão meia hora, pelo menos, de conversa e tudo o que eu disse não foi pacientemente ouvido.

O livro de Ken Follett - Um mundo sem fim

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Mundo sem fim de Ken Follett, o livro que tem história até ao final da última página. O autor conta a história de tal forma premenorizado que parece que estou a assistir na primeira fila, e ainda estou no I volume. Que eu me lembre é o segundo livro que tive pena de ter acabado. Mas há mais!!! Fiquei com curiosidade de saber que antes deste e do que se seguirá, há mais dois volumes, Os Pilares da Terra. Não, a minha colega não tem para me emprestar. Adoro história e fiquei curiosa de saber a história vinda de trás e resolvi que irei há biblioteca para requisitar. Ela já me garantiu que depois me pode emprestar o livro Coluna de fogo.

A Manssão Thurston

Hà uns anos largos que li este livro. Quando li a Sinopse disse logo à minha pessoa que o ía adorar e não me eganei. Li-o em dois dias e quando terminei tive muita pena. Família sempre unida vence tudo, o amor também e por isso a força que por isso e vinda de não sei onde será o pilar de toda a história.

Palhaçada na televisão

Infelismente venho a notar que a televisão portuguesa está a descambar mais depressa que a velocidade da luz. Hà programas que, confesso, olho só no momento em que me anunciam que a fulana ou a sicrana dança ou canta. Chegada àquela data e ao programa vejo-as a dançar ou a cantar. A meu ver hà sempre um palhaço ou uma palhaça nestes programas de divertimento e que se têm ou necessitam de ivendenciar a sua palhaçada. Ainda para mais vestem-se a rigor sobre o tema deste.

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