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Há luz da pena

Há luz da pena

Haverá leituras de verão?

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Quem não fez planos de férias com muitos dias de antecedência, isto para não dizer 1 ou 2 anos antes, e depois não foi nada do que planearam. Com isto mais os livros que se tem vontade de ler…e quais? Para pensar? Pois, está-se com mais vontade… Para descontrair? Pois esse tempo é para descansar e tivemos muitos messes “entregues” ao raciocínio….

Há uma série de anos fui de boleia com uma colega até a casa, começávamos no dia seguinte o primeiro dia de férias, pusemo-nos a falar dos nossos planos. Eu, na altura estava com “projetos” de ler isto e aquilo. No final vira-se ela para mim e afirmou-me que as férias não era mesmo para pensar, dando-me exemplos dos livros para descontrair e foram, a coleção dos “Os Cinco e dos “Os Sete”. Apesar de ter sido há uns bons anos não me lembro do que li, mas, não foram os livros que ela mencionou.

Quais livros vocês preferem?

Aquele livro que vos deram á uma porção de tempo e está “reservado” para essa altura?

Aquele livro que deram numa estante em casa de alguém e que vos despertou interessa, pegaram nele e que ao verem o vosso interesse lhes emprestaram?

Aquele que compraram ou vos ofereceram e que não passou das 3 ou pouco mais páginas e tornaram a fechar?

Aquele que compraram com o dinheiro que juntaram com muito sacrifício para nesta altura vocês lerem?

 

Que é que vocês me dirão?

 

 

A Noite em que o verão acabou

Faz hoje 2 dias que, acabei de ler o livro “A noite em que o verão acabou” e, a minha pessoa ainda “não está em mim”, no aspeto de como o escritor expõe o enredo para cativar o leitor, tão bem feito. Atrevo-me a dizer que é deslumbrante, apesar de ser o 2.º livro que leio do autor, a palavra mais indicada neste momento para classificá-lo.

Um magnata inglês, Wash, mais a Família escolhe Portugal para passar as férias, ficam amigos de uma família portuguesa de classe média convidando-os para as festas em casa deles e uma série de outras atividades. Anos depois a filha mais velha Laura Wash, telefona a Pedro, o português, para que a ajude, pois, o pai fora assassinado e tudo indica que a irmã é a principal suspeita.

Livro vivianite.

Livro de D. Maria I

Filha mais velha de D. José teve que lhe suceder pois este não tinha tido filhos varões. 1.ª Rainha de Portugal não teve tarefa fácil pois seu pai perseguiu os jesuítas, seu reinado

“influenciado” pelo José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal), cassou-se com seu tio podendo assim ter sucessão, dedicou-se a obras como a Basílica da Estrela, formação para a Marinha Portuguesa, entre outros. Algumas pessoas que viu partir, sendo seus “pilares” que a suportavam da sua extraordinária força que tinha deu lugar á demência que “mergulhou” até ao final dos seus dias.  

D. Maria I - Isabel Stilwell - Compra Livros ou ebook na Fnac.pt

O filme “A rapariga que roubava livros”.

Revi o filme neste fim-de-semana pois havia partes que não me lembrava ou, ainda, a televisão por vezes “corta” um pouco partes do filme. Já notaram? Há tempo estive com o livro na mão, mas acabei por não o ler. Sim, hei de ler, mas, agora estou a ler um livro do escritor João Tordo “A noite em que o verão acabou”. Mas, para a minha pessoa, estes livros sobre a 2.ª guerra mundial têm que ser lidos e geridas como deve de ser pois são muitos reais e crus.

O livro” Origens” de Dan Brown - 2019

Fazia pouco tempo no mês de março 2019 quando me emprestaram o livro, “Origens” de Dan Brown, para ler. Já tinha lido á uns anos o livro “O Código da Vinci” do mesmo autor. Sempre me fascinou o tema - de onde vimos e para onde vamos. Eu tinha visto o filme, mas, sempre e será diferente o livro do filme. Boa parte das pessoas que gostam mais do livro.

Langdon, prof de simbologia e iconologia na universidade de Havard é convidado pelo Edmond Kirsch seu aluno, 2 décadas atrás, bilionário e futurista que pelas suas invenções fazem-no uma figura de renome. Irá responder a 2 perguntas mais fundamentais da existência humana. Fascinados com a sua apresentação, mas, aquela noite transforma-se num caos. Langdon foge com Ambra Vidal que trabalhou com Kirsch para Barcelona com a missão de localizarem a palavra-passe. Estes têm que tornar a fugir para ganhar tempo ao inimigo…e para alcançarem o que querem…

O autor tem o mesmo sistema que o outro livro que fiz referência, as personagens têm que fugir para obterem os seus fins.

D. Filipa de Lencastre

Depois dos 4 livros escritos por Carlos Ruiz Zafon (A sombra do vento, O jogo do anjo, O prisioneiro do céu e O labirito dos livros esquecidos) achei muito bons. Volto outras para leituras de reis e rainhas. Este é o que se segue sendo a parte da histórias de Portugal que gostei mais quando estudava. Espero não ficar dececionada.

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Ida abençoada

Numa sexta-feira, resolvi “dar-me” uma prenda que foi, sair mais cedo do meu emprego. Já há vários dias eu tinha de ir a uma repartição e escolhi por ser sexta (quem não gosta de começar o FDS mais cedo havendo horas de crédito)? Sou eu! Entrei, e vi que aquela ida rápida se transformaria numa velada quase. Dirigi-me à caixa pois talvez aquele assunto bastante ser ali. Não, não dava mas esclareceu-me que havia uma conta mais económica. Retornei a ir para a fila mas depressa sentei-me numa cadeira. Estava ali um outro Sr.º que aparentava passividade e muita austo-estima. O meu marido foi lá para fara passear o vício. A fila reduziu-se a zero, sendo eu a primeira na fila agora em pé. Olhei para a porta e vinha o meu marido. Quando um gabinete vagou eu, “toda lampeira”, pensando que era a minha vez quando a Sr.ª me disse que era um Sr.º, olhei e vi que era o pávido. Deu-me a vez, não sei se foi por me ver a andar… Procurei ser rápida porque para além, da pessoa me ter dado a vez e estava à espera também, eu, tinha uma enorme traça no estômago que queria matar. A empregada á laia de “xica esperta” ainda disse que aquela repartição não era a minha, disse-lhe que eu tinha vindo do meu emprego e passava por lá para ir para casa. No final agradeci ao Sr.º pela gentileza de me ter dado a vez. É para verem a lástima de empregados que existe em Portugal. Ninguém está imune de uma “fatalidade” e ninguém tem o direito de passar sermão a qualquer pessoa. Enquanto, que eu escrevo isto, passou-me pela cabeça que há, que tempos que não me telefonam, não sei se é treta ou o que é, para avaliar o grau das repartições públicas. A empregada merece que eu avalie mal, sim. E mais a mais hei de mencionar como é da parte dos deficientes. Não, até não sou abusiva daquilo que tenho. O meu marido é que me puxa e diz que direito é direito. Independentemente disso, ainda bem que eu fui, fiquei a ganhar. A fulana é que com certeza que não gostou que eu o fizesse essa nova conta. Porque será? Hehehehe! Calculo.

O meu auge de “raiva” ou de “ódio”

Eu tive uma educação que se deve de falar a todas as pessoas de diferentes classes sociais. Quer a empregada que limpa o chão, com o motorista que nos leva ao nosso destino, aos vizinhos mesma que este nos dê uma péssima noite com o seu ronco, ao empregado de qualquer casa comercial, etc, etc. Não, isto não tem nada a ver com coronavírus nem outro tipo de doenças mas sim, de educação. Eu sou uma pessoa que gosta de brincar e tenho que todos os dias dar ou tentar dar um lamiré da minha graça engraçada. Não sou pessoa que espere ser engraçada para ouvir as gargalhadas das pessoas. Se não o faço é como se não houvesse dia. Ao longo do tempo e passando em diversos lugares, verifico que há pessoas que “entram” na minha brincadeira e é um, “tu cá tu lá” mas até atingir um limite e acabamos no final por nos rir às gargalhadas ou, não à feedback e as pessoas respondem-me mal ou ficam a olhar para mim a pensar que sou maluquinha. QUERO LÁ SABER! A SÉRIO! Quando acabo de me rir sozinha digo para mm mesma que a minha missão por aquele dia está cumprida e “marco com uma sigla” essas pessoas. Não lhes faço mal, até tenho mais que fazer. Quando me respondem mal, calo-me e penso imenso na minha educação que me deram e na minha missão aqui no planeta terra. Não gosto de ter rótulos mais a mais com significados de “Santa”, “boazinha” ou outro. Sei onde é o meu limite mas á pessoas que para comigo não sabem. Sim, sou a culpada. Gosto de dar sempre o meu voto de mais uma oportunidade a essas pessoas. ESTOU CANSADA DE SER TOLERANTE! Digo a mim mesma mas logo nesse dia ou noutro, esqueço e lá estou eu a “levar na cabeça”. Fico chateada por no outro momento que me aviva a memória não ter respondido. Vocês que estão a ler podem-me dizer, “-O que estás à espera? Muda!” É tão fácil falar. Mais a mais porque sei que quando vão fazer queixinhas á chefias sei, que só ouvem de um lado. Se calhar eu tenho medo de um processo disciplinar ou vir a ser despedida. Tenho honra àquelas pessoas que me puseram no meu emprego e que apostaram em mim. Não quero quebrar o voto de confiança. Tenho consciência das minhas limitações e não seja fácil estar ali na esquina outro emprego. Honra é o que eu tento ter a 100% até ao último dia no meu emprego e é aquilo que não há a certas pessoas arrogantes, pretensiosas, desconfiadas, intriguistas, etc. Hoje no fim do dia vou olhar para o espelho e dizer à minha pessoa que não gosto de ti. Tenho que enfiar e forçar para dentro da minha cabeça que não estou mais para brincar com a tal pessoa. PRONTO! NÃO ME VOU HUMILHAR MAIS

Futebolando

Ontem as equipas portuguesas jogaram com as equipas lá de fora. Aquela equipa na 1.ª liga portuguesa que está mais tremida, Sporting, foi aquela que ganhou. Os outros perderam. Curiooooooooooooso.

Coisas que me revoltam

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Há coisas que me revoltam. Poderei, por isso, ser ingénua mas, não me considero assim. O meu maior sonho é de ter uma razoável quinta que eu pudesse ter as condições necessárias para ter alguns animais. Sei que as despesas devem ser enormes e o espaço fundamental. Penso, eu de que, a pessoa portuguesa que, de ontem para hoje é a mais falada tenha essas condições para não ter chegado a cometer as atrocidades que vimos, ouvimos e lemos. O que eu verifiquei é que ele fazia criação de galgos e que esta raça não se “dá muito gorda”. É uma raça especial, etc, etc. Na minha opinião onde ele mora tem as condições que eu queria ter mas, falta-lhe o essencial, amor, carinho, dádiva, e muito mais como estes substantivos. Vou continuar a sonhar.

Parecia que estava tão perto

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Há 18 anos e qualquer coisa que fui convidada a ir a casa de uma senhora e ela trabalhava numa fábrica. Daí até agora a fábrica fechou. Não sei quais foram os motivos. Nesse almoço conversamos de muitas coisas. Houve uma que nunca esqueci. A senhora estava quase a reforma-se e havia pessoas que tinham entrado depois dela. A queixa ou o desabafo era porque aqueles que tinham chegado depois dela começaram a “armar em carapau de corrida”. Na altura não me especificou quem eram, se novos chefes ou colegas. Quando me contou isso, achei que nem deslumbrava aquilo no meu horizonte. De súbito os 18 anos passaram num ápice e sinto exatamente como ela. Há colegas que vieram depois de mim e sinto que confundem “o tu cá tu lá” pondo tudo ao mesmo nível. Não, não quero que me tratem como uma rainha ou outra patente parecida mas, gosto do respeito. Não me pus a jeito, não. Tomei uma atitude que é, falo o indispensável, brinco com quem acho que valha a pena e digo tudo, mas com cuidado, o que acho que devo achar. Para concluir, desprezo para essas pessoas.

 

Desvantagem

Eu aqui há tempos falei sobre requisitar livros na biblioteca municipal. Vejo-me a dizer que é ou pode ser uma desvantagem mais a mais quando eu não vivo perto desta. Estou à espera do terceiro livro da continuação “O cemitério dos livros esquecidos”, o livro “Prisioneiro do céu”. Não me souberam dizer até quando estava disponível. Estava eu toda e tão bem lançada…não, não me puderam trazer de outra biblioteca do concelho. Paciência, contínua à espera.

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