Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Há luz da pena

Há luz da pena

Novela - CORAÇÃO DE OURO

Não sou nada, mas mesmo nada de comentar seja o que for público mas, neste caso não o posso deixar de o fazer. Os meus parabéns a uma novela que dá opção das pessoas verem a zona norte de Portugal. O elenco seja quase português e que aborda temas que, infelizmente, estamos rodeados e massacrados por temas atuais. Dá uma enorme força à produção das vinhas do Douro com as magníficas paisagens, um pouco como é a cidade do Porto assim como a magnífica paisagem de Lisboa. A corrupção mostra tal como é: malvada e sínica. A violência doméstica podia ser mais explorada, ou seja a dar mais um pouco conhecimento da personagem da Francisca. Podiam  mostrar como ela dava o "salto" já com os filhos crescidos e assim tirar partido deles pois, quando eram pequenos teve de os cuidar, com um marido muito rígido e exigente. Mas se calhar quiseram, aí, focar mais o malvado Juiz corrupto que até pela ajuda que dá ao seu próprio sangue exige que lhe deem moeda em troca. A Maria é uma personagem muito forte mas ao mesmo tempo bastante sensível porque, quando se ergue é como uma rocha e quando "caí" parece que acaba de vez. Dão uma boa imagem a que ela que até ali a vida não era fácil, o dinheiro que recebe de herança (mão beijada) lhe é merecida. Continua poupada, receosa e desconfiada mas o que gasta é tudo pelo próximo. Quanto e esse ponto de investir em Portugal e aqueles negócios que se meteu com sucesso, não é bem assim. Mas está bem visto a possível herança retirada da sua preocupação com o futuro. Mulher de palavra que é usufruto das dificuldades que passou. No que respeita à filha que não dá valor ao dinheiro, que não merece nem a própria mãe, espero que ao longo dos episódios futuros as amargue e bem, pois aquela gravidez foi pouco. O rapto do miúdo por parte da mãe tresloucada foi muito rápido e sem o porquê ou como (pois aquilo dava a que ele fosse viver logo com o pai). A utilização das pessoas a servir de cobaias está muito bem feito, é pena serem tão pequenas. Será que é para chamar a atenção às pessoas já adultas? Gosto bastante do Portista ferranho que se veste completamente de azul e branco e que lhe dá um toque de revista. A filha dele que tanto está com um namorado e depois está com outro, é mesmo gémea do irmão “todo músculos”. Mas uma coisa é certa perante a indecisão procura estar nos momentos cruciais de ambos os namorados. Um enorme ponto de interrogação haverá algum emprego que suporte uma emprega assim? O irmão dela tanto faz para agradar as raparigas mas…é desajeitado porque no fim é tão atencioso, tão inseguro que acaba por estragar tudo. Toda a família, doa gémeos, se engalfinham e zaragatam pela simples razão que viver nos tempos de hoje não está mesmo a ser fácil. mas...que o fundamental é estarem sempre, mas sempre unidos para o bem e para o mal. O casal de idade, (pais da Lúcia Moniz) mostra-nos como apesar de muitos anos de casado continuam com uma amizade pura e independente. A filha confidencial tanto da mãe como do pai e da sua própria, pouca sorte, fará um chamar de atenção para que eles fiquem juntos? O irmão dela, ainda personagem por explorar, longe da namorada mas o contrário do da irmã. O filho da irmã mais velha do falecido (João Perry) que sai da clinica para ir trabalhar e gosta de tocar música. A mãe dele não sabia onde ele estava? Nunca o procurou? A mãe e o pai dela pouparam-na de tal modo que fez com que ela nunca o procurasse? O filho do casal (da Teresa e do bailarino), que critica a irmã está muito bem visto, como personagem, pois é mesmo de adolescente. Graças à sua infeliz crítica ela achou, por agora, a sua vocação e nem sempre essa é a carreira que os pais têm. Sinceramente que gostaria que o dono (Pedro Perry) durasse um pouco mais no princípio pois ainda faltava ver como ele conseguiu aquele património. Será que ele não tinha conhecimento do filho da outra que estava na instituição? Seria que ele não conhecia o filho para mais velho para o pôr fora da clínica? Ou, foi para nos dar a ideia, certa, que os pais não fazem diferença dos filhos mesmo sabendo o que eles são? A sogra do filho mais velho que engraçada e cheia de piada. Aquilo é saber viver pois mesmo assim sabendo que ela sabe que o tabaco a prejudica a vida tem que ser vivida. As músicas também são bem calhadas porque não há artistas bibos mas sim tudo de raiz da cidade do Porto. Pelo menos a maioria. Quanto ao sotaque não está exagerado (desde o gozo até ao exagero) está sim mediano. Também dá um toque de graça os que trabalham na bomba de gasolina (Luciana Abreu, e…). Pouco a pouco devido às insinuações em relação ao gerente vai-se revelando que para além daquilo não é nada de mal o que faz e que nos alivia um pouco. Dá-nos a entender que a vida para além daquele emprego é tudo muito “estranho” ou muito “obscuro”. Talvez seja para chamar a atenção da empregada? Assim como se vêm paisagens da cidade do Porto também se vê de Lisboa. Talvez fica-se muito por dizer ou escrever, mas mais uma vez parabéns por darem a conhecerem o nosso PORTUGAL. Grande elenco. Continuem!!!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D