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Há luz da pena

Há luz da pena

Há luz da pena

O que diriam os nossos antepassados se vissem a máquina de escrever manual, eléctrica e electrónica. Como reagiriam aos papéis químicos, folha brancas ou ás cores, acetatos, micas e bolsas para pôr as folhas. O que pensavam se vissem os faxes, computadores, DVD's, televisores, CD's e as máquinas fotográficas. Os que iriam falar dos telefones, telemóveis e dos programas que estes instrumentos de telecomunicações todos podem suportar. O que diriam, como reagiriam, o que pensariam e o que iriam falar? Não sei e não faço ideia. Ideia diferente, claro, eles iriam achar esquisita de trabalhar, de fazer as coisas e que coisas. Levantamos-nos, corremos, andamos, descemos, subimos, batemos, pagamos, compramos, carregamos, gritamos, berramos,...mas sempre no mesmo planeta, sempre no mesmo país, sempre no mesmo lugar e sempre no mesma av., rua ou beco ou praceta e travessa. Atiramos coisinhas para o ar, bem alto, que estas acabam por nos atingir por chuva, trovoada, granizo, tufões, furacões e tornados. Quando devia de haver chuva há sol, quando devia de haver neve há erva. Andamos no mesmo planeta que eles e mais contentes? Mais felizes? Mais rápidos? Mais seguros?...Pois é. Isto que escrevi é um bocadinho de tanto que ainda útil podemos fazer e de inventar. Alertemos para o esforço que ainda podemos e devemos fazer para o ainda nosso futuro dos nossos e após.

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