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Há luz da pena

Há luz da pena

Família à “distância”.

A vida é uma correria, pelo menos para mim, são as horas a passar, a correr, a acabar, a começar e zás já passou o dia... Enquanto, estamos neste vai e vem ou nestes verbos infinitos e damos o nosso melhor cruzamo-nos com imensas pessoas e de tanto passarmos por elas em diversos sítios também vamos notando as suas presenças como ausências. Presença chama-nos qual o dia da semana próximo ou longe do fim de semana ou outro género de pensamento. Ausência também nos ocorre que algum nos disse ou ouvimos. Pouco a pouco os verbos infinitos vão fazendo sentido do ocaso para o óbvio. A certa altura já nos sorrimos das piadas, esmorecemos das desgraças, partilhamos algum em comum e é na paragem de autocarro, no emprego, num constante ida às compras, idas de férias ou ida para qualquer outro lugar. Damo-nos a ter uma “série de famílias”. “Família do emprego”, “nas paragens”, “dos transportes”, “de algumas idas às compras”, … Atrevo-me até dizer que, dentro destas “famílias” quando não nos falam, falam-nos mal, ignoram-nos, esquecem-nos, …sem queremos ferem-nos, atingem-nos e magoam-nos. Basta uma mudança na nossa vida ou emprego, transporte, um atraso ou adiantamento, …para que ganhemos ou percamos de vista alguém que até nos ignorou, magoou-o ou reconheceu a nossa amizade.

Vamos lá ler!!!

O tempo aproximasse do dia 3 de setembro na Calçada da Estrela, n.º 74 A em lisboa o lançamento do livro que angaria as 5 associações,

 

- Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita

- Projecto Amor Animal

- Rafeiros SOS

- Mafranimal

- Associação O Cantinho dos Gatos

 

Não esquecer a Tica, a gata que originou o Clube dos Gatos dentro contribuindo também para todos os gatos, incluindo os nossos do clube, a terem uma vida melhor e muuuuuitos mimos.

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Assim passam os tempos

Os anos passam, passam. Todas coisas mudam ao longo dos anos e a certa altura de uma pessoa começamos a pensar no que era, no que tinha sido ou no que havia acontecido. Não é mais verdade que os eletrodomésticos na casa das pessoas desaparecem para evoluir outros que fazem aquelas funções e conjuntamente outras. Se uma pessoa vir nos tempos dos avós não havia certos eletrodomésticos que à agora.

Não me faz diferença devido a saber que esse tempo em relação ao meu é muito extenso ou que foi uma geração que eu, infelizmente, não a vi. Felizmente, ouvi falar com uma descrição tão nítida essa geração que até me atrevo a dizer que a conheci. Em relação à geração dos meus pais tudo muda de figura e faz-me uma certa “confusão” ou “impressão” de saber que por exemplo não havia, ou pelo menos não existia lá em casa, micro-ondas, máquina 1, 2, 3, televisão de comando, combinados (frigorífico/congelador), …enfim uma série de coisas que eu não prescindo no meu dia-a-dia. Não menos mau como antes mas, também não mais como agora.

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