Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Há luz da pena

Há luz da pena

Enviuvar cedo

Não sou e não estou dramática por escrever sobre este assunto só que, fico estupefática como a forma que as pessoas que enviúvam cedo levam a vida para a frente. Para mim, não desfanzendo as outras pessoas que conheço, é um enorme exemplo de vida para mim. Infeslimente, conheço umas tantas e é uma mão cheia. Coicidência ou não todas elas têm filhos mas, não atingem os cinco filhos delas, têm carta de condução ou tiveram e estão ou estiveram empregadas. De onde vem tanta energia? De onde vem tanto viver? Onde vem a vontade de lutar? Parece que têm uma força invulgar, que parece que todos os segundos são aglutinados com todo o ênfase e climax que a vida lhes oferece. É bastante bom, para mim, eu dar por isso para ficar a refletir. Para quê eu refletir? Lá está o exemplo para mim.

O livro “Uma vida a teu lado”

Despois de uma temporada de Nicholas Spark e de pouco mais de 6 meses com Lesley Pearse, voltei a ler outra vez a Nicholas Spark. Confeço que era um livro que eu tinha lá quando me emprestaram uma série deles. O livro intitulado “Uma vida o teu lado” é um livro que poderá não ser fácil logo entender devido a ter que saber folheá-lo e lê-lo. É porque os capítulos são intercados fazêndos duas histórias em simultâneo no tempo e no espaço. Estas duas histórias de gerações diferentes vão a certa altura juntar-se fazendo-nos pensar no amor e que este é o mais importante de tudo o que nos pode acontecer durante uma vida. Ira e Ruth que são a terceira geração viveram uma vida cheia. Ele está dentro do carro, a neve é o cenário da preocupação mas com o objetivo de o verem da estrada para o socorrerem. À medida que as horas avançam ele “vê” e conversa com a mulher (Ruth) que falecera já algum tempo e o diálogo é de qualquer coisa de carinhoso, saudoso e de muita teimosia havendo só um caminho….

A segunda geração é de uma história vulgaríssima, ela estuda na universitária longe de casa, teve um namorado que ainda a incomoda, tem irmãs e pais instruidos. O rapaz tem escola mas não prosseguiu devido à morte do pai, cuida da quinta com a mãe, vai aos rodeos mas a relação com ela é um pouco difícil. Tem poucos amigos, aqueles que trabalham na quinta e rodeo. Os dois envolvem-se numa nunvem de amor franca. A amiga dela mais perpicaz “abre-lhe” os olhos em relação a quando ela acabar a faculdade. Depois de vários segredos descobertos e de desentendimentos resolvidos estas duas gerações unem-se e dando nos a entender que mais uma vez o amor é a “trave mestra” durante a vida das pessoas.

Um dia de trabalho

Ouvesse o clicar do rato, o bater da tecla do computador, o som moderado da telefonia que ora toca a música ou vomita palavras mais tristes do que alegres, o som da régua que parece um estalar da palmas secas, a folha harmónia que acenta na mesa, outra vez o rato mas frenético acompanhado pela sacudidela do fio e do toque mais profundo no teclado. Toca o telefone, que nos diz que é dia de atender chamadas. Os e-mails surgem a olhos vistos, são respondidos consuante as urgências ou não. Está em espera, ligue mais tarde ou por um pouquinho que seja para deixar ir ao wc, já respondi ao seu e-mail ou envie-me um. Afinal, nem todas são urgentes mas também não são para deixar de ligar. A máquina do café funciona dando estalos mas com o único objetivo que é café quente com colher e açúcar. O aroma deste ocupa o H2O que enche desde o nariz e vai planar no estômago para lembrar, a algumas, a verificação do almoço. A tempo ou não todos almoçam. Paseata na quinta com a cadela mais linda do sítio como mau tempo ou não mas vale a pena o sacrifício pois esta merece e a paisagem é TOP. A tarde é longa e bastante comprida. O teclado, o rato, a folha, a máquina, e outra…tudo faz parte desta rotina do dia-a-dia. O telefone é quando em vez e tem que ser hora mais ou menos marcada, um suspiro que nos diz que para parar ou fazer uma pausa. Atirasse alguma notícia que se vê na hora e que nos parece que tenha interesse para alguém. Depoi, depois vem a graça engraçada que nos transporta noutro comentário. Notícia triste comentário ansioso e notícia alegre anedota ou boa malandrice à mistura. Lanche surge alguma coisa doce de partilha pois é mais forte que qualquer um. Quase que não há toque de telefones, vê-se as horas e motivamo-nos para mais um pouco desde as 8h e tal 9h. Segue-se mais uma ida aos wc’s com larachas de colegas de outros gabinetes. As horas a continuar a passar. Cada um acaba o seu dia e o “by” “by”, “até amanhã” ou “adeus”. Fica o espaço vazio para no dia seguinte ser o vai e vem outra vez.

...de pé atrás

Estava eu de pé atrás mas por insistencia de minhas colegas e amigas resolvi aceitar o emprestimo de uma delas e começar a ler a trilogia da autora Lesley Pearse (Sonhos proibidos/Promessa/És o meu destino). Eu há dois anos, tinha lido um livro dela mas não me agradou como acabou. “A personagem tinha roubado um chapéu e foi codenada. Desde aí até ao lugar onde era a condenação teve sempre que ser uma pessoa forte e fazer coisas obrigadas. No final faleceram o marido e filhos ficando sozinha e com a força que surgia de sem lá de onde partiu do zero e continuou a sua vida”. Já li o primeiro da trilogia “Sonhos proibidos”. Nem me percebi que estava a folhear as páginas por ser tão suave, (apesar de alguns acontecimentos seram trágicos) e quando já tudo serenou o coração se sobresalta outra vez e parece que se chega à “estaca zero”. Para já estou rendida, já comecei o livro “Promessa” e espero que me motive pelas melhoresrazões.

Caso isólito

Quando hoje, eu saí de casa e permaneci, no lugar do costume, à espera de uma colega minha. O meu olhar deparou-se com um saco preto (do lixo, supostamente) entre os lugares que estacionam os carros mas, em cima do risco que os separa e do outro lado de onde eu me encontrava. O engraçado, é que estava tão direito que me deu a sensação que o carro não tinha desviado o saco nem um milímetro. Pergunto. Será que foi lá colocado por esquecimento ou de prepósito? Mas, entretanto, uma senhora estava a sair do seu veículo desse local mas fazia uma certa distância desta insólita imagem. Também um carro da polícia municipal estava a passar e verifiquei, que ela no carro meio na via e a outra metade ainda na zona do estacionamento, abriu a janela do carro e mencionou, talvez, este insólito acontecimento ao agente que, permaneceu no carro e prosseguiu a sua marcha dentro desta. A senhora pôs-se na via dos velocípedes e com certeza que foi para o emprego dela.

Livro-Retrato de Sépia

Não sou nada de escrever para comentar qualquer livro porque acho que o que fica para mim não poderá ou não tem que ficar a mesma para ninguém. Estou a ler, aliás estou quase a acabar, um livro chamado “Retrato de Sépia”. Não vou resumir ou contar com permenores mas, chamo a atenção da subtileza que a autora (Isabel Allende) consegue transmitir ao leitor. Desde o tempo, espaço e até os sentimentos de cada personagem que, no meio do “drama” ainda consegue arrancar um leve sorriso a quem lê, pelo menos este livro. Confesso que é o primeiro ou o segundo livro que leio dela.

Gato..., bem comportado

Ontem, dia 2, tive lá pessoas em casa a jantar e era a primeira vez que o meu gato Jonas estava com mais pessoas do que o habitual. Não se deu a perceber apesar de eu, dona, não despegar os olhos nele que não é sacrifício nenhum, pois ele é tão bonito. A certa altura lá se pôs em cima do sofá por de trás da almofada grande a espreitar.

Também um pouco nossos

No começo de um conhecimento vamo-nos afeiçoando às pessoas e quando há animais por perto…ui, ainda mais nos une. Ficam um pouco nossos, sem querer. Partilhamos as preocupações, alegrias, frustrações, e demais sentimentos. O desabafo é um folgo para mais tarde surgir carinho, amizade, um “Estou aqui”,…nem que seja para nos sentir bem. Até que surge aquilo que eu chamo um grande apoio de um compromisso e que se não houver a “partilha” passa a ser ofensa.

Família à “distância”.

A vida é uma correria, pelo menos para mim, são as horas a passar, a correr, a acabar, a começar e zás já passou o dia... Enquanto, estamos neste vai e vem ou nestes verbos infinitos e damos o nosso melhor cruzamo-nos com imensas pessoas e de tanto passarmos por elas em diversos sítios também vamos notando as suas presenças como ausências. Presença chama-nos qual o dia da semana próximo ou longe do fim de semana ou outro género de pensamento. Ausência também nos ocorre que algum nos disse ou ouvimos. Pouco a pouco os verbos infinitos vão fazendo sentido do ocaso para o óbvio. A certa altura já nos sorrimos das piadas, esmorecemos das desgraças, partilhamos algum em comum e é na paragem de autocarro, no emprego, num constante ida às compras, idas de férias ou ida para qualquer outro lugar. Damo-nos a ter uma “série de famílias”. “Família do emprego”, “nas paragens”, “dos transportes”, “de algumas idas às compras”, … Atrevo-me até dizer que, dentro destas “famílias” quando não nos falam, falam-nos mal, ignoram-nos, esquecem-nos, …sem queremos ferem-nos, atingem-nos e magoam-nos. Basta uma mudança na nossa vida ou emprego, transporte, um atraso ou adiantamento, …para que ganhemos ou percamos de vista alguém que até nos ignorou, magoou-o ou reconheceu a nossa amizade.

Vamos lá ler!!!

O tempo aproximasse do dia 3 de setembro na Calçada da Estrela, n.º 74 A em lisboa o lançamento do livro que angaria as 5 associações,

 

- Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita

- Projecto Amor Animal

- Rafeiros SOS

- Mafranimal

- Associação O Cantinho dos Gatos

 

Não esquecer a Tica, a gata que originou o Clube dos Gatos dentro contribuindo também para todos os gatos, incluindo os nossos do clube, a terem uma vida melhor e muuuuuitos mimos.

IMG_2897[1].JPG

 

Assim passam os tempos

Os anos passam, passam. Todas coisas mudam ao longo dos anos e a certa altura de uma pessoa começamos a pensar no que era, no que tinha sido ou no que havia acontecido. Não é mais verdade que os eletrodomésticos na casa das pessoas desaparecem para evoluir outros que fazem aquelas funções e conjuntamente outras. Se uma pessoa vir nos tempos dos avós não havia certos eletrodomésticos que à agora.

Não me faz diferença devido a saber que esse tempo em relação ao meu é muito extenso ou que foi uma geração que eu, infelizmente, não a vi. Felizmente, ouvi falar com uma descrição tão nítida essa geração que até me atrevo a dizer que a conheci. Em relação à geração dos meus pais tudo muda de figura e faz-me uma certa “confusão” ou “impressão” de saber que por exemplo não havia, ou pelo menos não existia lá em casa, micro-ondas, máquina 1, 2, 3, televisão de comando, combinados (frigorífico/congelador), …enfim uma série de coisas que eu não prescindo no meu dia-a-dia. Não menos mau como antes mas, também não mais como agora.

Vamos lá ler...

Marta Segao - Historias com Gato Dentro (1) (2).jp

 Tica a gata que começou por ter um blogue e que gerou o aparecimento de um blogue "clube de gatos do sapo". Juntei-me a esse clube depois de participar nas histórias do clube de gato dentro e surgiu um livro. Livro esse que angaria fundos para associações de animais. Um forte abraço e tenham uma boa leitura.

Ser disléxica

As pessoas disléxicas sofrem horrores depois de uma certa idade. Quando se é criança isso chamar-se-a em diléxia um erro ou “precisar de um psicólogo”. Quando se é adolescênte chamar-se-á, “a idade do armário” ou “tá-se a armar” ou mesmo “quer-se afirmar”. Quando se já é “adulta-feita” chamar-se-á antiquada, velha, senil ou esclerosada. Nunca se lembram ou nunca têm ciente que isso pode provocar erros, sem querem, imensuráveis ou incalculáveis e inadmissíveis. Numa criança ou na adolescência é difícil ou não está muito presente essa dislexia para se defenderem. Na idade “adulta-feita” tem-se a noção do que poderá originar e provocar e assim já conscientemente se pode estar alerta para nos defendermos.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D